
As vezes paro pra pensar na velocidade do tempo.
E tento enchergar o vento que leva
as folhas cecas que estão no meu jardim.
Os espinhos das rosas não defendem elas do tempo
Então as rosas cecaram e cairam.
A lua, o sol, a neve, a chuva, o vento...
Já não corre mais àgua no rio.
No meu jardim houve época dos risos
Depois a época dos choros
E nuca mais se ouviu mais nada.
As vezes ouve-se o barulho das correntes do balanço,
que se mechem com o vento
Mas nunca mais ouviu-se vozes.
O relógio nunca parou
Levando a vida do meu Jardim
e deixando apenas lembranças.
E o tempo não para.........
Feito há muito tempo atrás